skip to main | skip to sidebar

capitolinna;

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Alice Liddell

Charles Dodgson, mais conhecido como Lewis Carroll, foi o autor de uma das obras que mais me encanta até hoje. Talvez este encantamento venha de uma série de mistérios indecifráveis que envolvem meus
pensamentos cada vez que assisto.





Alice no País das Maravilhas sempre foi (e é!) o meu desenho favorito. E depois de mais velha, tornou-se um dos melhores livros também.


Lewis, como era chamado, era um homem muito introvertido, tímido e de costumes um pouco "diferentes". Adorava crianças, e ler histórias para elas era uma de suas paixões. Tinha um carinho especial por 3 garotinhas, filhas de seu amigo Liddell. Eram elas: Alice, Lorine e Edite.


No dia 4 de julho de 1862, convidou-as para um passeio, como de hábito. E no decorrer do dia, como sempre fazia, Lewis começou a contar-lhes uma história. Elas desta vez, não queriam deixar que ele terminasse, e ele prolongou-se por mais um bom tempo.

Antes de deitar-se, Lewis escreveu esta mesma história tal como havia contato às meninas, e deu-lhe o nome de "Alice Debaixo da Terra". Apenas dois anos mais tarde, em 1864, é que ele tornou a ler. Acrescentou-lhe algumas personagens e alguns capítulos. Na verdade, a história ficou com o dobro de tamanho que tinha inicialmente. E só então, por último, Lewis alterou o nome para "Alice no País das Maravilhas". O livro foi editado um ano depois, e 6 anos mais tarde foi lançado "Alice do Outro Lado do Espelho".

Quem tem a sorte de ler estes dois maravilhosos livros, descobre um mundo de fantasias e aventuras, de personagens inusitados, onde tudo parece ter mais de um simples significado. O mundo da imaginação passa a atingir crianças e adultos, homens e mulheres, e qualquer outro ser humano que se interesse pelo acaso e o que ele pode proporcionar.




Foto de Alice Liddell(tirada por Lewis Carroll)




Boa parte das personagens e acontecimentos do livro, tem alguma relação com a vida real de Lewis.

Como a própria Alice, que especula-se ter sido inspirada pela filha de seu amigo, apesar de tantas diferenças físicas e psicológicas (Alice Liddell era morena e singela, ao contrário da Alice do livro, que é loira e extrovertida, enérgica).


A árvore em que localiza-se o Gato de Cheshire, também foi inspirada em uma real, que pode ser vista até os dias de hoje no Colégio de Deanery.




Os poemas e versos que Alice recita durante o livro, e que parecem não ter sentido algum, são sátiras aos poemas enfadonhos que as crianças inglesas daquela época deveriam saber de cor.


O data do Lanche Maluco pode também não ter sido criada ao acaso. Dia 4 de maio era o dia do aniversário de Alice Liddell.



Coincidência ou não, os livros de Charles Dodgson continuam a encantar jovens e adultos assim como naquela época. Os livros foram todos publicados sem nenhuma indicação de faixa etária, ou se destinado a crianças ou adultos. Entretanto, sabemos que independentemente da idade, a viagem será incrível.










Postado por Juliana às 09:13

0 comentários:

Postar um comentário

Postagem mais recente » « Postagem mais antiga Página inicial
Assinar: Postar comentários (Atom)

arquivos;

  • ▼  2011 (6)
    • ▼  agosto (3)
      • Bolo Colorido
      • Capitolinna
      • Alice Liddell
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (1)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2010 (7)
    • ►  junho (7)

sobre mim;

Minha foto
Juliana
" O que está escrito em mim; Comigo ficará guardado. Se lhe dá prazer; A vida segue sempre em frente. O que se há de fazer ? "
Ver meu perfil completo
 
Copyright © capitolinna;. All rights reserved.
Blogger templates created by Templates Block
Wordpress theme by Uno Design Studio